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Morro de São Paulo – o resumo

16 agosto 2012

Um pouco de História e Geografia

Em 1531, Martim Afonso de Souza desembarca na Ilha de Tinharé.  Quatro anos mais tarde, Francisco Romero e a população local fundaram a  vila de Morro de São Paulo, localizada no norte da ilha. A região foi local de piratarias, contrabando de mercadorias  e de batalhas.

Qual a melhor época para visitar Morro de São Paulo?

Melhor ir no período entre setembro e março.  De preferência, em época de maré baixa ( lua nova ou lua cheia). Eu visitei a vila no mês de agosto: ventos fortes e água turva. Bem diferente dos cartões-postais.

Como chegar

Há várias maneiras de se chegar em Morro de São Paulo, basicamente se resumem a três: (a) por ar, (b) por mar e (c) combinado mar e terra.  Se chegar por outro meio que não seja o aéreo, o início da sua viagem provavelmente começará ou pelo Terminal Marítimo, que se localiza em frente ao Mercado Modelo, ou pelo  Terminal São Joaquim, de onde saem os ferry-boats.  As corridas de táxi comum do aeroporto ao Terminal Marítimo e do aeroporto ao Terminal São Joaquim custam, respectivamente: R$ 60 e R$ 80.   O modo mais econômico é utilizar o transporte público. Logo atrás do estacionamento do aeroporto, há um terminal rodoviário.

Fonte: http://www.morrodesaopaulobrasil.com.br


  • De avião:  É o modo mais rápido e obviamente, o mais caro. Partindo do aeroporto de Salvador rumo ao aeroporto da Terceira Praia,  o voo dura aproximadamente 20 minutos.  O trajeto é feito em aeronaves pequenas de 6 a 8 passageiros. A passagem custa em torno de R$ 250.
  •  De catamarã:  Os catamarãs saem do Terminal Marítimo (em frente ao Mercado Modelo) e a viagem leva de 2h a 2h40min, dependendo da embarcação que realiza a travessia, das condições de vento e das marés.   O preço varia de acordo com a embarcação e com o período da viagem. Em agosto de 2012, os valores estavam em R$ 75 ou R$ 80.   Dependendo do tempo, o transporte é suspenso temporariamente.  Lembrete:  Algumas pessoas podem passar mal durante a viagem, pois a travessia é em alto-mar.  Se você é do tipo que enjoa fácil em barcos, tenha em mente que é bom usar o famoso remédio anti-enjoo.  Quando eu fui, vi vários passageiros passando mal.  Eu tomei o remédio anti-enjoo uma hora antes do embarque. Não senti nada.
  • Combinado marítimo + terrestre:  É o modo mais econômico.  Primeiro, você deve ir até o Terminal de São Joaquim e atravessar de ferry-boat para o Terminal Bom Despacho, na ilha de Itaparica ( 1h de travessia – R$ 3,95 ). O ferry-boat é um barco grande que além de passageiros, pode embarcar veículos de pequeno e médio porte. Os preços variam de acordo com o dia, durante os finais de semana e em dias de feriado é mais caro.  De lá, seguir viagem até Valença (2h de ônibus). Em Valença, pegar barco (2 horas e meia de travessia) ou lancha rápida (45min de viagem) para MSP.
  • Modo prático: Ir até o Terminal Marítimo (em frente ao Mercado Modelo) e pegar o barco para  a ilha de Itaparica (Terminal Bom Despacho, 35min de travessia). De lá, seguir viagem de van até Ponta do Curral (2h).  Em Ponta do Curral, saem lanchas rápidas que levam apenas 12 minutos para chegar ao cais de Morro de São Paulo. Modo um pouco mais rápido que o modo mochileiro e com zero de enjoo.  O ideal é fechar este trajeto com as agências que oferecem traslado a Morro porque não há transporte frequente em Ponta do Curral.  O preço é o mesmo do catamarã.

Ao chegar na ilha, você verá várias pessoas com carrinhos de mão.  É o jeito criativo do nativos de oferecer o serviço de carregar as malas.  Negocie o preço antes. Nós pagamos R$ 5 por cada mala transportada.  Ao atravessar o pórtico de entrada da ilha, paga-se uma taxa de turismo no valor de R$ 12.  O turista recebe um mapa da região. Também dá direito a uma espécie de city-tour que sai por volta das 10:00 do Centro da vila.  Guarde R$ 0,62 para pagar no cais, na hora de deixar a ilha.

O que conhecer em Morro de São Paulo

  • As quatro praias da vila:  Dá para conhecer as quatro praias da vila em uma caminhada de meia hora. A Primeira Praia é onde caem as pessoas que descem da tirolesa . A Segunda Praia é onde tem mais infra-estrutura e é a mais popular para banho.  A Terceira Praia é de onde saem os passeios de barco.  Em frente a Terceira Praia há a ilha de , onde há passeios de caiaque para lá. Entre a Terceira Praia e a Quarta, na maré baixa, formam-se piscinas naturais.

 

  • Ir ao mirante da Tirolesa;
  • Conhecer o Farol do vilarejo;
  • Conhecer as quatro praias (Primeira Praia, Segunda Praia, Terceira Praia e Quarta Praia). Dá um pouco mais de 20 minutos caminhando;
  • Conhecer as piscinas naturais da Quarta Praia (logo no limite entre a Terceira e Quarta praia – só consegue ver na maré baixa);
  • Fazer o passeio de volta a ilha e conhecer as piscinas naturais de Boipeba (Moreré); (R$ 60)
  • Conhecer Ponta de Curral, Bancos de areia, tomar banho de argila e a praia de Gamboa  – tudo isso no passeio de barco para Gamboa; (R$ 30)
  • Piscinas naturais de Garapuá, em passeio de barco; (R$ 30)
  • Observação de Baleias (R$ 140)
  • Descer na tirolesa, a maior do Brasil com 70m de altura (R$ 30, a primeira descida)

Mapa detalhado de Morro: http://www.morrodesaopaulobahiabrasil.com/mapa.htm

Onde ficar em Morro de São Paulo

Primeira ou Segunda praia.  Particularmente, prefiro a Primeira por estar mais perto do comércio.  Quem quer sossego total, melhor ficar na Terceira Praia ou Quarta Praia.

Elaborando um roteiro

Particularmente, acho que os dias de ida e volta são praticamente dias perdidos, ainda mais para quem vem de uma cidade longíqua a Salvador ou Valença.  Acreditando nisso, acho que três dias inteiros é o mínimo para conhecer o melhor da ilha e de quebra fazer o passeio a Boipeba.

Por último mas não menos importante

Tensão: 220V
DDD: 75
Bancos:  Há caixas eletrônicos do Banco do Brasil e do Bradesco e uma casa lotérica. Cartões de crédito são aceitos em boa parte dos estabelecimentos, inclusive até nas agências que promovem os passeios.

 

Os relatos da viagem a Morro de São Paulo estão listados aqui.

 


Morro de São Paulo: a despedida de Morro

15 agosto 2012

No último dia, novamente fomos caminhar pelas praias.  A visão completamente diferente: a maré estava baixa e finalmente conhecemos as piscinas naturais da Quarta Praia. Adorei! Até lamentamos um pouco em ir embora.  Como a paisagem muda!

 Saindo de Morro de São Paulo

Logo quando voltamos do passeio de Gamboa combinamos com as meninas de sairmos de Morro juntas. Então, ali perto do Portão de Entrada da ilha, conversamos com um guia e combinamos o preço do transfer para quarta-feira.  Lógico que as meninas pechincharam. Pagamos R$ 60,00 pelo transfer Morro – Salvador que consistiu em:

  • Lancha rápida do cais de MSP até o cais de Ponta do Curral (12min);
  • Carro particular de Ponta do Curral até o terminal de Bom Despacho em Itaparica (2h);
  • Ferry-boat do Terminal de Bom Despacho, Itaparica até o Terminal de São Joaquim, Salvador (50min).

Um porém: por causa das condições climáticas, estava suspenso temporariamente os catamarãs e as lanchas que fazem a travessia Terminal Marítimo  – Terminal de Bom Despacho (35min). Por isso, tivemos que ir de ferry-boat. Sem dúvida alguma, foi o método indolor e posso dizer que não foi tão devagar assim. Pegar a lancha em Ponta do Curral e não em Valença foi o pulo do gato! Economiza bastante tempo.

Deu tudo certo! A única coisa que eu não gostei foi de ter pego o lento do ferry-boat mas quem é que pode com a natureza?  Ao chegarmos em Salvador, pegamos um táxi para o aeroporto.  Fechamos a corrida por R$ 80. Avisamos ao taxista para deixar em um ponto onde pudéssemos pegar a van ou ônibus para Praia do Forte, nosso próximo destino.  O motorista de táxi foi tão hábil que avistou o ônibus, sinalizou o motorista e falou com a gente para descer.  Que presteza! Nos despedimos das meninas e fomos agora ao próximo destino de praia.

 Dicas

  1. Se  puder escolher o mês para visitar Morro de São Paulo, venha a partir da segunda quinzena de setembro a março, pois é mais garantido o sol.  Se deseja apreciar as piscinas naturais, venha na lua cheia ou lua nova.
  2. É um lugar agradável para adultos, principalmente casais. Por causa do deslocamento, não acho aconselhável levar crianças.  Achei impressionante o número de estrangeiros, principalmente argentinos. Eles estão inclusive vendendo passeios!  E por falar em atendimento para turismo, achei o pessoal superfranco, inclusive nos recomendaram não fazer o passeio de volta a ilha pois não veríamos as piscinas.  Além do profissionalismo, vem o plus: a simpatia baiana. Como são engraçados e muito agradáveis, sempre sorrindo.
  3. Vale a pena conhecer o lugar! Só que tenham em mente uma coisa: o dia de ida e o dia da volta é tempo perdido.  Então, eu acho que além desses dias, mais três dias é o mínimo aceitável. Por quê? Perder mais tempo em deslocamento do que aproveitando a viagem é desperdício! Então dá para pensar em ir para lá em um feriado prolongado. Se quiser fazer todos os passeios de barco, coloque mais 2 dias aí.
  4. O vilarejo só tem caixa automático do Banco do Brasi e do Bradesco.  Há também uma lotérica (Caixa). Não tivemos problemas com relação a dinheiro pois todos os restaurantes que fomos assim como as agências para fechar os passeios  aceitavam cartão. Lógico que levei dinheiro de sobra.  Calculamos mais ou menos R$ 80 o teto para refeições diários. Por quê? Vejam só: o suco de frutas natural custa R$ 6,00. Uma cerveja custa R$ 7,00. Não tivemos muita sorte com as refeições na beira da praia. Não encontramos nada excepcional.  Os peticos custam em torno de R$ 30. Então, acho que o teto de R$ 80 é aceitável.

 

Com um pouco de pesar no coração deixamos Morro.  Um lugar tão agradável de ficar, com pessoas simpáticas e com a calmaria que eu aprecio demais.  O tempo parece não andar rápido por ali.  Pena que não fizemos metade dos passeios que pretendíamos! O que é uma boa desculpa para voltar.

Não vejo a hora de ver in loco as paisagens deslumbrantes que vemos pela internet e que parecem ter sido editadas no Photoshop.


Morro de São Paulo: a segunda vez na Segunda Praia

14 agosto 2012

A nossa ideia inicial era ficar 3 noites em Morro e 3 noites em Boipeba, para descansar. A previsão do tempo (tempo parcialmente nublado e com chuvas a qualquer hora do dia) e a conversa com moradores e guias nos fez desistir de Boipeba (segundo eles, lá não tem nada!)

Soubemos por eles que o mês de Agosto não é um bom mês para conhecer Morro. Segundo o pessoal das agências de turismo (gostei muito da franqueza deles), agosto é um mês que há ventos fortes e como consequência, as águas ficam turvas.  Nós ainda viemos no período de lua minguante, o que não ajuda em nada quem quer conhecer as piscinas naturais de Boipeba.

Chovia em Morro todos as noites. A previsão era que o volume de águas seria maior ao longo dos dias.  Sugeri que aproveitássemos a viagem e fôssemos conhecer a praia do Forte (sentido Aracaju).  Assim, combinamos o transfer de volta a Salvador junto com as paulistas, do jeito mais demorado mas sem correr o risco de passar mal.

Sendo assim, aproveitamos o nosso último dia em Morro e ficamos lagarteando na Segunda Praia. Para cumprir a “tradição”, começamos com uma caminhada pelas quatro praias e depois voltamos para a Segunda. Ao caminhar, encontramos com um vendedor de coco. Jovem e com sotaque paulistano.  Depois descobrimos com as paulistas que o rapaz estava morando na casa de um amigo por estas bandas e como havia muito coco na fazenda, o rapaz para não deixar estragar, vende os cocos na praia.  Perguntamos a ele onde ficavam as piscinas da Quarta Praia. Ele apontou mas para nós, não havia diferença até porque a maré estava alta.

Já na areia, algumas pessoas vendendo passeios de barco para assistir pôr-do-sol. Detalhe: são argentinos! O que me levou a pensar que eles descobriram a Bahia depois de dominarem Santa Catarina.

Realmente, a Segunda Praia é o point. Aqui é onde estão a maioria dos restaurantes. Há espaço para as crianças brincarem na areia, pessoas jogando frescobol, lendo livros, outras apenas observam o vai-e-vem .  Infelizmente, por ter ventando bastante, a “cor” da água não estava convidativa. Preferi ficar na espreguiçadeira apenas, fazendo as minhas palavras cruzadas e fotografando. Foi um dia bastante agradável e bom para descansar.

 



Morro de São Paulo: Passeio em Gamboa

13 agosto 2012

Resolvemos fazer o passeio para Gamboa.  Para este passeio, os barcos saem às 10:30 na Terceira Praia.  Fechamos o passeio com o Aleandro, ao caminhar pela Segunda Praia.  Juntas pagamos R$ 50.

Como é o passeio?

O barco passa em frente a fortaleza para os turistas avistarem os golfinhos, para na praia de Gamboa onde os turistas caminham para as falésias para tomar banho de argila.  Depois o barco para em Ponta do Curral e nos bancos de areia próximos.

O passeio

Eu sempre fico com o pé atrás quando falam de passeio para avistar os golfinhos.  Lembro que  não vimos golfinhos no mirante de Tabatinga em Natal.  Vimos alguns no passeio pela Lagoa de Guaraíra, em Tibau do Sul. Não é que foi em Morro que vimos vários golfinhos?  Todos ficaram encantados! O difícil foi tirar as fotos pois eles são muito ágeis! O barco ficou um bom tempo na área em frente a fortaleza.  O barqueiro foi ao cais pegar um casal para o passeio e voltou novamente para que o casal pudesse avistar os golfinhos.  Só por causa disso, valeu a pena o passeio!

Paramos em Gamboa para escolhermos dentre as opções para o almoço e depois caminhamos para tomar o banho de argila.   As meninas comentaram que a argila deixou a pele macia. Tomamos banho por lá e depois voltamos ao barco para ir a Ponta do Curral, que segundo o guia, foi o lugar onde chegaram os primeiros rebanhos bovinos.

 

Pausa para pensar: O Brasil foi descoberto em Porto Seguro. Salvador foi capital muitos anos depois. Por que raios os primeiros rebanhos foram parar logo ali?  Preciso estudar História do Brasil!

Não tivemos sorte. Bastou colocar o pé em Ponta do Curral que começou a chover! Voltamos rapidinho para o barco.  Na verdade, gostei mesmo de ficar em Gamboa.  Mar feito piscina do jeito que eu gosto. Pelo jeito, não só eu tive esta opinião como os outros passageiros pois todos preferiram não parar nos bancos de areia e ir direto para Gamboa.  E olha que o guia falou que a água está horrível.  Imagine então o que será o bonito! Ah, preciso voltar para MSP logo!

Almoçamos num lugar muito agradável.

Fizemos amizade com duas garotas de São Paulo no passeio e quando chegamos no cais, fomos conhecer o farol e a tirolesa. Nenhuma de nós criou coragem para descer a maior tirolesa do país (R$ 30,00).  Depois de muitas fotos, fomos assistir ao pôr-do-sol em um mirante próximo.  Íamos assistir na Toca do Morcego quando veio um casal perguntando para a gente, em que direção ficava o mirante.  Acabamos seguindo-os.

No belvedere haviam várias pessoas aguardando o momento certo para contemplar e registrá-lo em suas lentes.

Um pôr-do-sol para fechar o dia com chave de ouro!  Combinamos de nos encontrarmos à noite mas a chuva torrencial não deixou! Esperamos uma trégua para comer uma pizza e rapidamente voltamos para a pousada antes que a chuva voltasse.

 



Morro de São Paulo: Conhecendo as quatro praias

12 agosto 2012

Penúltimo dia das Olimpíadas de Londres.  Dia importante para o Brasil:  disputa da medalha de ouro do futebol masculino às 11:00 e do vôlei feminino às 15:00.  Nós saímos do Rio um pouco depois das 07:00 rumo a Salvador.  Eu tinha uma grande expectativa em conhecer Morro de São Paulo ainda mais depois de ver algumas fotos de viagem de colegas e pela internet afora.

Eu estava receosa de ir de catamarã pois eu sempre passo mal em qualquer passeio de barco.   Resolvemos arriscar pois eu queria assistir a final de vôlei feminino.  Conseguimos pegar um táxi comum no aeroporto (R$ 50,00) enquanto que o táxi cooperativado estava cobrando R$ 104!!! Igualzinho no Rio, que assalto!  Pena que a hora que chegamos ao terminal marítimo, onze horas, já não tinha mais lugar disponível para a lancha das 11:30.  Assistimos o Brasil perder para o México no Terminal Marítimo. Pegamos a lancha de 13:00.  Eu tomei meu Dramin pontualmente às 12:00 pois eu li na internet que o ideal era tomar o remédio uma hora antes da partida do catamarã ou lancha.

A lancha saiu às 13:15. Havia pouco mais de 10 passageiros.  O tempo estava nublado. Preferimos ficar na proa da lancha, parte coberta. Somente nós duas ali. O restante preferiu ficar na parte detrás do barco (popa), apreciando a paisagem. A lancha bate demais.  Eu fiquei sentada e cochilei. Quando eu acordei, umas 3 pessoas já estavam muito mal. O marinheiro falava para elas irem para a popa onde não balança tanto. E foi assim durante mais de 2h30 de viagem. Acho que eu fui uma das poucas que não passei mal. Graças a Deus!

Quando chegamos ao cais, há várias pessoas que nos aguardam com carrinho de mão.  É o jeito criativo que os nativos inventaram de carregar as malas até os hotéis/pousadas cobrando R$ 5 por mala.

Logo ao chegar na ilha, temos que pagar a taxa de turismo no valor de R$ 12.  O nosso motorista de carrinho de mão, o Carlinhos, nos levou em várias pousadas.  Os melhores locais para se hospedar são na Primeira e na Segunda Praia.  Depois de muito olhar e perguntar preço, ficamos na Primeira Praia. Diária de R$ 110,00.  Já eram quase 17:00 da tarde e estávamos mortas de fome.  Não almoçamos porque fiquei com medo de  vomitarmos passarmos mal na lancha.

 

A minha amiga comentou que Morro mudou muito de dois anos para cá.  Não há mais ruas de areia. A Prefeitura “calçou” as ruas colocando deques de madeira. Criou vários mirantes e praças.  Isto inflacionou um pouco a ilha pois há dois anos, a pousada que ela ficou cobrou R$ 60 a diária de apartamento duplo e hoje a mesma pousada cobra R$ 120. Tudo em período de baixa temporada.

Nós levamos a nossa lista de pousadas, selecionadas  ao ler as opiniões no Booking.com e algumas elogiadas no Férias Brasil.  Boa parte das pousadas que íamos não tinham quartos com duas camas de solteiro.  O Carlinhos foi com a gente até a Segunda Praia mas acabamos por desistir de ficar por lá.  A ilha está vazia e achamos melhor ficarmos perto do Centrinho. Escolhemos a pousada Saudade da Ilha, na Primeira Praia por R$ 110 a diária paga no cartão de débito.

A esta altura já eram quase 17:00! Fomos comer algo na Segunda Praia.

2º dia: Conhecendo as quatro praias de Morro e lagarteando na Segunda Praia

No dia seguinte, conhecemos as quatro praias e ficamos pela Segunda Praia, que é a melhor para banho.  Inicialmente, paramos no mirante da Segunda Praia para avistar.  Pena que o céu estava um pouco nublado! Em menos de meia hora, andamos da Primeira até o meio da Quarta Praia.  O caminho é muito agradável!  Assim como nós, vários estrangeiros faziam o mesmo.

 

Ao voltar para a Segunda Praia, escolhemos uma barraca e ficamos até tarde na praia. À noite, comemos uma boa crepe na Creperia Oh La La. Recomendo!  Mais tarde choveu bastante no vilarejo.



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