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Templo de Zeus Olímpico, Estádio Panatemaico, Museu Arqueológico Nacional e monte Lycabettus

22 agosto 2013

Dia seguinte, fomos conhecer os outros sítios históricos como o templo de Zeus Olímpico e o teatro de Dionísio.

Templo de Zeus Olímpico

Hoje são as ruínas de um antigo templo dedicado a Zeus. Está incluso no ingresso para Acrópole. Basta mostrar na entrada.

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Teatro de Dionísio

O teatro gregro teve origem no culto prestado ao deus Dionísio, o deu do vinho. O Teatro de Dionísio foi o mais famoso e importante teatro de toda a Grécia. Aqui foram encenadas.

Para saber mais:

Dionísio, a origem do teatro grego
Dionísicas: os concursos

 

Estádio Panatemaico

De lá, caminhamos até o Estádio Panatemaico, estádio das primeiras olimpíadas da Era Moderna em 1896. Todo feito em mármore. Nas olimpíadas de 2004, foi o lugar de chegada das maratonas masculina e feminina. Teve turista que aproveitou o momento e deu sua volta olímpica no estádio.

Estádio Panatemaico

Museu Arqueológico Nacional

Estação de metrô: Victoria
Da estação Syntagma fomos à estação Victoria para ir ao Museu Arqueológico Nacional. Este museu é o maior da Grécia e reúne cerca de 20mil peças de diferentes períodos da História. Algumas pessoas recomendam ir a este museu antes de ir à Acrópole, para entender melhor. Infelizmente, nós e outros turistas demos com a cara na porta pois o museu fechou mais cedo neste dia. Que frustação!

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Monte Lycabettus

Estação de metrô: Evangelismos
Para chegar ao monte Lycabettus, logo na saída do metrô, siga a rua Ploutarchou. Até chegar ao teleférico (cruzamento com a rua Aristippou), há muitos degraus a subir. O teleférico custa sete euros. No alto do monte, há uma capela de São Jorge, se não me engano. De lá você tem a vista de toda a cidade. O dia estava nublado, então perdeu um pouco o encantamento mas mesmo assim foi válida a visita. Guarde bem o ingresso, pois você precisará dele para descer. Eu perdi o ingresso e foi um estresse falar com o segurança para descer no teleférico sem que ele achasse que estava querendo passar a perna. O teleférico funciona até às 2h da manhã.

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Quem converte, não diverte – Atenas

Bilhete de metrô – EUR 1,40
Água 500ml – EUR 0,50 a 1,00
Ingresso conjunto Acrópole, Ágora Antiga, Ágora Romana, Biblioteca de Adriano, Templo de Zeus Olímpico: EUR 12,00
Ingresso Estádio Panatemaico: EUR 3,00
Teleférico Monte Lycabettus: EUR 7,00

Obs.: Em Atenas, estudantes tem desconto nos ingressos. Não deixe de levar sua carteira estudantil. Fique de olho nos horários, a maioria das atrações fecha às 15:00 com exceção do Novo museu da Acrópole.


Visitando a Acrópole e o Novo Museu da Acrópole

22 agosto 2013

Visitando a Acrópole

O Central hotel possuía um café da manha: tomate, pepino, suco de pêssego, a máquina de café, ovos, frutas e iogurte, salsicha, bolos e croissant. Resumindo: bem internacional. A mala das Saímos do hotel para pegar o metrô rumo a estação Acrópole. As informações dos lugares turísticos aqui são em grego e em inglês. Essas mudanças aconteceram na época das Olimpíadas de 2004.

O ingresso para Acrópole custa 12 euros e dá direito a conhecer outros sítios históricos como o Ágora Antiga, Ágora Romana, templo de Zeus Olímpico e o teatro de Dionísio. O sol já estava forte e nos arrependemos amargamente de ter vindo com calça comprida. Já havia muitas pessoas na Acrópole. Na entrada, o templo de Atena Nike e passando por ele, o Parthenon. Qual foi a nossa surpresa ao ver aquele monte de guindastes atrapalhando o visual do Parthenon e as nossas fotos rs rs rs

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Nós fomos sem guias, então para a gente naquele momento nada tinha significado. Ouvimos muito o português com sotaque brasileiro. Foi uma grande emoção conhecer aquele cenário que fez parte da história da Humanidade. Pena que muita coisa foi destruída e ainda bem que fazem de tudo para preservar.

Saímos de lá e fomos para a outra entrada da Acrópole conhecer o templo de Hefestus e a Ágora Antiga. Subimos o monte Aeropago, lugar onde o apóstolo Paulo fez uma de suas pregações.

A face oeste da Acrópole é o bairro de Monastiráki, cheio de restaurantes e lojinhas, uma rua 25 de março, um Saara. Adoramos! Comemos uma salada grega e um prato enorme de carnes mixadas (bovina, frango, linguiça e cordeiro) e vários bolinhos e salgados de queijos. As meninas gostaram da cerveja Mythos. Aqui, sempre antes de uma refeição a entrada é pão (dois tipos) e água, muita água. Eles adoram um azeite e o azeite aqui é de um sabor muito bom. Andamos e muito pelos bairros de Monastiraki, Plaka e Psiri.

Conhecemos a Biblioteca de Adriano. Logo nesta rua há um trenzinho que circula pelos principais pontos turísticos da cidade a custo de 6 euros. Não usamos mas achei bom deixar esta informação pois pode ser útil para quem viaja com crianças. Se não me engano, o trem custa 6 euros.

O Novo Museu da Acrópole

Voltamos para a estação de Acrópole e conhecemos o novo museu da Acrópole. Lá entendemos muita coisa da Acrópole pois há várias peças da Acrópole e um vídeo explicativo. Recomendado com louvor! Na construção do museu, descobriram ruínas sob o solo, então na entrada do museu uma parte do piso é transparante para as pessoas observarem as ruínas. O restaurante do museu tem uma vista ótima para a Acrópole.

Novo Museu da Acrópole

Assim terminou o nosso dia. Andamos das 08:00 até às 20:00. Ah, a crise na Grécia parece só existir na TV. Tudo parece transcorrer calmamente. Não há protestos. Há muitos turistas e os preços não são tão baratos assim como as pessoas estavam pensando.

 

Dicas

  1. Chegue cedo à Acrópole antes da horda de turistas de cruzeiros.
  2. Leve água, protetor solar e um chapéu. O sol castiga;
  3. Se puder, contrate o guia.
  4. Se não estiver com guia, sugiro ir ao Novo Museu da Acrópole antes.


Chegando em Atenas

22 agosto 2013

O voo Rio de Janeiro – Paris

Saímos do Rio no dia 24/05 em um voo da Air France às 19:00 rumo a Paris. Voo lotado e um espanto: as poltronas são tão incômodas quanto as da Gol! Graças ao “conforto” das poltronas, dormi muito pouco. Chegamos às 11:00 no horário de Paris, 06:00 horário de Brasília. Sim, são onze horas de voo! Tínhamos que ser rápidas pois a nossa conexão para Atenas seria às 12:30. Para quem não conhece o CDG – aeroporto Charles de Gaulle pense num aeroporto grande. Multiplique por 3. Percorremos por mais de meia hora para achar o tal terminal 2D. No meio do trajeto, a fila de imigração. São duas filas: uma para portadores de passaporte da Comunidade Européia e outra fila para pessoas de outros países. Eis que eu fui sozinha, as meninas ficaram na fila. O policial pediu meu passaporte. Lógico que ele viu a palavra mágica “Brasil” e achou que eu estava sozinha e perguntou para quais países eu ia e quanto tempo eu ia ficar. Depois, perguntou pela passagem de volta. Aí, uma das meninas perguntou em português o que ele queria. Eu falei que era a passagem de volta. Bom, o policial percebeu que eu estava acompanhada e chamou as outras. Nem olhou mais nada, carimbou o passaporte de todas e fomos lá procurar o terminal para pegar o voo para Atenas.

 O voo Paris – Atenas

O voo saiu às 13:00. Chegamos às 17:00 em Atenas (hora local). Porém só saímos do aeroporto às 19:00 porque uma das malas das meninas não veio. Teve todo o transtorno de ir ao balcão de informações, dar o endereço do hotel, telefone de contato e ficar sem mala e sem roupas a mais. Porém o atendente da companhia aérea informou que a mala chegaria neste mesmo dia no próximo voo, que seriam às 21:00.

Do aeroporto para a praça Syntagma, no centro de Atenas, há duas maneiras de chegar: de metrô ou de ônibus. Resolvemos ir de metrô. Porém com as malas estavam pesadas, mudamos de ideia e fomos de táxi. A corrida custou 40 euros. O motorista de táxi queria nos deixar a léguas do hotel porque uma das ruas que dá acesso ao mesmo estava interditada. Lógico que eu reclamei, afinal se ele está dirigindo que procure uma rua que dê acesso ao hotel. E assim foi feito. Depois que fizemos o check-in, só fomos a um restaurante que chamamos carinhosamente de “Árvore de Natal” pela quantidade de luzes que tinha. Escolhemos o prato moussaka (uma espécie de lasanha mais doce de carne), frango com molho teriaki e um arroz temperado. Tudo estava uma delícia. A comida não é salgada, é muito bem temperada. A comida grega é muito saborosa. Já eram 23:00, tínhamos que ligar para casa (seis horas de diferença do Brasil) e dormir pois amanhã seria dia de ir à Acrópole e segundo informações da minha amiga que foi à Grécia no ano anterior, tínhamos que chegar cedo antes do pessoal dos cruzeiros.

 

Lições do dia

  1. Sempre leve uma ou duas mudas de roupa na bagagem de mão.
  2. Você vai precisar de um inglês mais afiado quando passar por perrengues. Esteja preparado, principalmente se for sozinho.
  3. Caso sua bagagem seja extraviada, vá imediatamente ao balcão da companhia aérea.


Categorias: Atenas Grécia

Ficha técnica: Grécia e Turquia com stop-over em Paris

22 agosto 2013

O roteiro

As cúpulas azuis das igrejas de Santorini

A viagem para Grécia e Turquia seria em 2011 mas como estava com sérias restrições de orçamento, adiei os planos para 2012. O roteiro da Grécia restringirá a Atenas e as ilhas gregas. Dentre tantas, escolhi as famosas  Santorini e Mykonos; além de Milos, cujas fotos de suas praias eu fiquei encantada. Na Turquia, os lugares históricos: Istambul, Éfeso, Pamukkale e a Capadócia (cidade escolhida: Goreme).

Todo o planejamento da viagem foi descritos nos posts:

http://www.omundoaosmeuspes.com.br/grecia-e-turquia-planejando-uma-viagem-parte-i/
http://www.omundoaosmeuspes.com.br/grecia-e-turquia-planejando-uma-viagem-parte-ii/

A viagem foi realizada no período de 24/05/12 e e 21/06/12.  Compramos as passagens em fevereiro. Na época, a opção mais barata foi a Air France.  Com isso, conseguimos um stop-over em Paris por 4 dias. Sem pagar nada a mais por isso. Seriam três anos de um mochilão que fiz sozinha pela Europa e tinha muita vontade de voltar à Paris. De forma que a nossa passagem foi: Rio de Janeiro – Atenas (ida), Istambul – Paris e Paris – Rio de Janeiro (volta).

O roteiro que fizemos em 27 dias: Rio de Janeiro > Atenas > Milos > Santorini > Mykonos > Istambul > Izmir > Kusadaki > Pamukkale > Göreme > Istambul > Paris > Rio de Janeiro.

Os deslocamentos
Além da passagem intercontinental pela Air France, compramos antecipadamente todos os trajetos de ferry entre Atenas e as ilhas gregas. Não consegui comprar o trecho Mykonos – Istambul pela Aegean Airlines porque a companhia só aceitava pagamentos com cartões de crédito Verified by VISA, o que no Brasil – se não mudou – só o Bradesco emitia este tipo de cartão.  Em Mykonos, conhecemos um casal de brasileiros que diz ter comprado com o American Express. Assim, o aéreo Mykonos – Istambul compramos no aeroporto de Atenas e pagamos bem mais caro ;-(

Os trechos internos pela Turquia compramos em Istambul, fechando um pacote com uma agência de turismo.

Como viajamos

É sempre bom falar sobre o meu modo de viajar. Isto faz a diferença sobre as impressões de um lugar.  Aquele lugar maravilhoso que seu amigo baladeiro gostou pode não ser tão maravilhoso assim para você.  Gostamos de um certo conforto mas sempre com boa relação custo/benefício. Temos preferência por viagens realizadas de forma independente sempre que possível. Eu gosto de História, prefiro passear o dia inteiro e descansar à noite. Minhas amigas gostam de sair à noite. Também somos chegadas às compras. Todas nós gostamos de praia. Não economizamos com comida e de forma geral, escolhemos uma das refeições como a principal e na outra só “beliscamos”.

Fontes de Consulta

Guias de viagem
Eu comprei o Lonely Planet Istambul em português e foi de grande ajuda principalmente nos lugares onde não alugamos o áudio-guia. Também adquiri o Guia Visual da Folha Grécia mas não levei na viagem. Sobre Atenas, eu fiz um resuminho e coloquei no aplicativo de viagem para celular TripIt.

Na internet

  • Os blogs Wazari, Turomaquia, Fui e voltei prá contar e Viaggio Mondo dentre outros.
  • Sobre Milos, os blogs Próximos Destinos e Vícios de Viagens.
  • A comunidade do Orkut “Dicas Imperdíveis de viagens”. Há um tópico movimentado sobre a Grécia.
  • No site Mochileiros.com, os relatos dos usuários Davlav e o MCM ajudaram bastante.

Nota: A Turquia virou uma febre ainda mais com a novela “Salve Jorge”. Hoje há vários relatos de viagem sobre a Turquia na rede.

Aplicativos de celular
Eu sempre uso o Skype.  É a forma mais barata que eu conheço para ligar para casa sem gastar os tubos. Aliás, nunca mas nunca use o telefone do hotel! Eu baixei o Ametro que tem vários mapas de metrô e usei o TripIt como organizador de viagens. Todas as reservas (ferries, hotéis e passagens aéreas) e o planejamento em si, eu os reuni no aplicativo.  Não funcionou tudo as mil maravilhas porque eu fiz tudo em cima da hora mas só o fato das reservas estarem em um único lugar ajudou e muito.

Eu não usaria mais o Ametro porque eu acho que usar o papel é mais prático. Quanto ao guia de viagem, eu continuo com a opinião que é melhor criar um próprio, com as informações que juntou no planejamento e ir usando.  Mas eu confesso que sou muito fã de papel.

Planilha de viagem
Atualizei a planilha com o roteiro realizado, os custos de transporte e hospedagem. Não foi uma viagem mochileira mas as informações podem ser úteis a todos. Em breve, eu colocarei disponível na seção “Planejamento/Download”. disponível na seção Planilhas de viagem.


Chegando em Atenas

4 abril 2013

Saímos do Rio no dia 24/05 em um voo da Air France às 19:00 rumo a Paris.  Voo lotado e um espanto: as poltronas são tão incômodas quanto as da Gol!  Próximo da meia noite foi servido o jantar: escolhemos o fricassê de frango com legumes e abrobrinhas.  Por incrível que pareça, a comida estava ótima!  Pra quem nunca voou de Air France, eles oferecem vinho ou champagne ou refrigerante ou suco de frutas  Ainda vem a sobremesa e um café.  Alguns comissários falam inglês, espanhol, português e lógico o francês.  Fomos muito bem atendidas por um comissário brasileiro.

Graças ao “conforto” das poltronas, dormi muito pouco. Chegamos às 11:00  no horário de Paris, 06:00 horário de Brasília.  Sim, são onze horas de voo!  Tínhamos que ser rápidas pois a nossa conexão para Atenas seria às 12:30.  Para quem não conhece o CDG – aeroporto Charles de Gaulle pense num aeroporto grande.  Multiplique por 3.  Percorremos por mais de meia hora para achar o tal terminal 2D.  No meio do trajeto, a fila de imigração.  São duas filas: uma para portadores de passaporte da Comunidade Européia e outra fila para pessoas de outros países. Eis que eu fui sozinha, as meninas ficaram na fila.  O policial pediu meu passaporte.  Lógico que ele viu a palavra mágica “Brasil”  e achou que eu estava sozinha e perguntou  para quais países eu ia e quanto tempo eu ia ficar.  Depois, perguntou pela passagem de volta.  Aí, uma das meninas perguntou em português o que ele queria. Eu falei que era a passagem de volta.  Bom, o policial percebeu que eu estava acompanhada e chamou as outras.  Nem olhou mais nada, carimbou o passaporte de todas e fomos lá procurar o terminal para pegar o voo para Atenas.

O voo Paris – Atenas

O voo saiu às 13:00.  A Air France serviu almoço. Opção única: salmão com legumes, torta de maçã, champanha ou vinho ou refrigerante, pão e depois café.  Não é que eu comi o salmão?  Estava ótimo!  As garotas ficaram espantadas.  O que não faz uma pessoa com fome…

Chegamos às 17:00 em Atenas.  Porém só saímos do aeroporto às 19:00 porque uma das malas das meninas não veio.  Teve todo o transtorno de ir ao balcão de informações, dar o endereço do hotel, telefone de contato e ficar sem mala e sem roupas a mais. Porém o atendente da companhia aérea informou que a mala chegaria neste mesmo dia no próximo voo, que seriam às 21:00.

Do aeroporto para a praça Syntagma, no centro de Atenas, há duas maneiras de chegar: de metrô ou de ônibus.   Resolvemos ir de metrô.  Porém com as malas estavam pesadas, resolvemos dividir um táxi. A corrida custou  40 euros.  O motorista de táxi queria nos deixar a léguas do hotel porque uma das ruas que dá acesso ao mesmo estava interditada. Lógico que eu reclamei, afinal se ele está dirigindo que procure uma rua que dê acesso ao hotel.  E assim foi feito.  Depois que fizemos o check-in, só fomos a um restaurante que chamamos carinhosamente de “Árvore de Natal” pela quantidade de luzes que tinha. Escolhemos o prato moussaka (uma espécie de lasanha mais doce de carne), frango com molho teriaki e um arroz temperado.  Tudo estava uma delícia.  A comida não é salgada, é muito bem temperada.  Até o momento, tenho gostado muito da comida grega.  Já eram 23:00, tínhamos que ligar para casa (seis horas de diferença do Brasil) e dormir pois amanhã é dia de ir à Acrópole e segundo informações da minha amiga e da internet, tínhamos que chegar cedo antes do pessoal dos cruzeiros.

Visitando a Acrópole

O hotel possuía um café da manha: tomate, pepino, suco de pêssego, a máquina de café, ovos, frutas  e iogurte, salsicha, bolos e croissant.  Resumindo: bem internacional. A mala das Saímos do hotel para pegar o metrô rumo a estação Acrópole.  As informações dos lugares turísticos aqui são em grego e em inglês.  Essas mudanças aconteceram na época das Olimpíadas de 2004.

O ingresso para Acrópole custa 12 euros e dá direito a conhecer outros sítios históricos como o templo de Zeus e o teatro de Dionísio.  O sol já estava forte e nos arrependemos amargamente de ter vindo com calça comprida.
Já havia muitas pessoas na Acrópole.  Na entrada, o templo de Atena Nike e passando por ele, o Parthenon.  Qual foi a nossa surpresa ao ver aquele monte de guindastes atrapalhando as nossas fotos rs rs rs

Nós fomos sem guias, então para a gente naquele momento nada tinha significado.  Ouvimos muito o português brasileiro por lá.  Foi uma grande emoção conhecer aquele cenário que fez parte da história da Humanidade.  Pena que muita coisa foi destruída e ainda bem que fazem de tudo para preservar.

Saímos de lá e fomos para a outra entrada da Acrópole conhecer o templo de Hefestus e a Ágora Antiga.  Subimos o monte Aeropago, lugar onde o apóstolo Paulo fez uma de suas pregações.

A face oeste da Acrópole é o bairro de Monastiráki, cheio de restaurantes e lojinhas, uma rua 25 de março, um Saara.  Adoramos!  Comemos uma salada grega e um prato enorme de carnes mixadas (bovina, frango, linguiça e cordeiro) e vários bolinhos e salgados de queijos.  As meninas gostaram da cerveja Mythos.  Aqui, sempre antes de uma refeição a entrada é pão (dois tipos) e água, muita água.  Eles adoram um azeite e o azeite aqui é de um sabor muito bom.

Monastiráki

Andamos e muito pelos bairros de Monastiraki, Plaka e Psiri.  Voltamos para  a estação de Acrópole e conhecemos o novo museu da Acrópole.  Lá entendemos muita coisa da Acrópole pois há várias peças da Acrópole e um vídeo explicativo.  Recomendado com louvor!  Na construção do museu, descobriram ruínas sob o solo, então na entrada do museu uma parte do piso é transparante para as pessoas observarem as ruínas.  O restaurante do museu tem uma vista ótima para a Acrópole.

Assim terminou o nosso dia. Andamos das 08:00 até às 20:00.  Vida de turista é difícil, acreditem!

 


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