Chegando em Atenas

4 abril 2013

Saímos do Rio no dia 24/05 em um voo da Air France às 19:00 rumo a Paris.  Voo lotado e um espanto: as poltronas são tão incômodas quanto as da Gol!  Próximo da meia noite foi servido o jantar: escolhemos o fricassê de frango com legumes e abrobrinhas.  Por incrível que pareça, a comida estava ótima!  Pra quem nunca voou de Air France, eles oferecem vinho ou champagne ou refrigerante ou suco de frutas  Ainda vem a sobremesa e um café.  Alguns comissários falam inglês, espanhol, português e lógico o francês.  Fomos muito bem atendidas por um comissário brasileiro.

Graças ao “conforto” das poltronas, dormi muito pouco. Chegamos às 11:00  no horário de Paris, 06:00 horário de Brasília.  Sim, são onze horas de voo!  Tínhamos que ser rápidas pois a nossa conexão para Atenas seria às 12:30.  Para quem não conhece o CDG – aeroporto Charles de Gaulle pense num aeroporto grande.  Multiplique por 3.  Percorremos por mais de meia hora para achar o tal terminal 2D.  No meio do trajeto, a fila de imigração.  São duas filas: uma para portadores de passaporte da Comunidade Européia e outra fila para pessoas de outros países. Eis que eu fui sozinha, as meninas ficaram na fila.  O policial pediu meu passaporte.  Lógico que ele viu a palavra mágica “Brasil”  e achou que eu estava sozinha e perguntou  para quais países eu ia e quanto tempo eu ia ficar.  Depois, perguntou pela passagem de volta.  Aí, uma das meninas perguntou em português o que ele queria. Eu falei que era a passagem de volta.  Bom, o policial percebeu que eu estava acompanhada e chamou as outras.  Nem olhou mais nada, carimbou o passaporte de todas e fomos lá procurar o terminal para pegar o voo para Atenas.

O voo Paris – Atenas

O voo saiu às 13:00.  A Air France serviu almoço. Opção única: salmão com legumes, torta de maçã, champanha ou vinho ou refrigerante, pão e depois café.  Não é que eu comi o salmão?  Estava ótimo!  As garotas ficaram espantadas.  O que não faz uma pessoa com fome…

Chegamos às 17:00 em Atenas.  Porém só saímos do aeroporto às 19:00 porque uma das malas das meninas não veio.  Teve todo o transtorno de ir ao balcão de informações, dar o endereço do hotel, telefone de contato e ficar sem mala e sem roupas a mais. Porém o atendente da companhia aérea informou que a mala chegaria neste mesmo dia no próximo voo, que seriam às 21:00.

Do aeroporto para a praça Syntagma, no centro de Atenas, há duas maneiras de chegar: de metrô ou de ônibus.   Resolvemos ir de metrô.  Porém com as malas estavam pesadas, resolvemos dividir um táxi. A corrida custou  40 euros.  O motorista de táxi queria nos deixar a léguas do hotel porque uma das ruas que dá acesso ao mesmo estava interditada. Lógico que eu reclamei, afinal se ele está dirigindo que procure uma rua que dê acesso ao hotel.  E assim foi feito.  Depois que fizemos o check-in, só fomos a um restaurante que chamamos carinhosamente de “Árvore de Natal” pela quantidade de luzes que tinha. Escolhemos o prato moussaka (uma espécie de lasanha mais doce de carne), frango com molho teriaki e um arroz temperado.  Tudo estava uma delícia.  A comida não é salgada, é muito bem temperada.  Até o momento, tenho gostado muito da comida grega.  Já eram 23:00, tínhamos que ligar para casa (seis horas de diferença do Brasil) e dormir pois amanhã é dia de ir à Acrópole e segundo informações da minha amiga e da internet, tínhamos que chegar cedo antes do pessoal dos cruzeiros.

Visitando a Acrópole

O hotel possuía um café da manha: tomate, pepino, suco de pêssego, a máquina de café, ovos, frutas  e iogurte, salsicha, bolos e croissant.  Resumindo: bem internacional. A mala das Saímos do hotel para pegar o metrô rumo a estação Acrópole.  As informações dos lugares turísticos aqui são em grego e em inglês.  Essas mudanças aconteceram na época das Olimpíadas de 2004.

O ingresso para Acrópole custa 12 euros e dá direito a conhecer outros sítios históricos como o templo de Zeus e o teatro de Dionísio.  O sol já estava forte e nos arrependemos amargamente de ter vindo com calça comprida.
Já havia muitas pessoas na Acrópole.  Na entrada, o templo de Atena Nike e passando por ele, o Parthenon.  Qual foi a nossa surpresa ao ver aquele monte de guindastes atrapalhando as nossas fotos rs rs rs

Nós fomos sem guias, então para a gente naquele momento nada tinha significado.  Ouvimos muito o português brasileiro por lá.  Foi uma grande emoção conhecer aquele cenário que fez parte da história da Humanidade.  Pena que muita coisa foi destruída e ainda bem que fazem de tudo para preservar.

Saímos de lá e fomos para a outra entrada da Acrópole conhecer o templo de Hefestus e a Ágora Antiga.  Subimos o monte Aeropago, lugar onde o apóstolo Paulo fez uma de suas pregações.

A face oeste da Acrópole é o bairro de Monastiráki, cheio de restaurantes e lojinhas, uma rua 25 de março, um Saara.  Adoramos!  Comemos uma salada grega e um prato enorme de carnes mixadas (bovina, frango, linguiça e cordeiro) e vários bolinhos e salgados de queijos.  As meninas gostaram da cerveja Mythos.  Aqui, sempre antes de uma refeição a entrada é pão (dois tipos) e água, muita água.  Eles adoram um azeite e o azeite aqui é de um sabor muito bom.

Monastiráki

Andamos e muito pelos bairros de Monastiraki, Plaka e Psiri.  Voltamos para  a estação de Acrópole e conhecemos o novo museu da Acrópole.  Lá entendemos muita coisa da Acrópole pois há várias peças da Acrópole e um vídeo explicativo.  Recomendado com louvor!  Na construção do museu, descobriram ruínas sob o solo, então na entrada do museu uma parte do piso é transparante para as pessoas observarem as ruínas.  O restaurante do museu tem uma vista ótima para a Acrópole.

Assim terminou o nosso dia. Andamos das 08:00 até às 20:00.  Vida de turista é difícil, acreditem!

 

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