17° Dia – Greenwich

27 mai

Nunca senti tanto frio como eu senti hoje. Chuva ininterrupta e vento gelado, quer combinação melhor para pegar uma boa gripe? Pois é, eu peguei uma gripe feia e olha que eu estava com dois casacos, a capa de chuva que comprei na Primark! Para não perder o dia, decidi passear em Greenwich, subúrbio de Londres, chegando via barco.

Clima em Londres: 14°C, dia chuvoso e muito frio.

A palavra Greenwich lhe soa familiar? Na escola aprendemos sobre o meridiano de Greenwich. Meridianos são linhas imaginárias que dividem a Terra verticalmente. Como resolução de um acordo internacional, o meridiano que passa em Greenwich foi estabelecido como o marco zero de longitude, sendo assim referência para estabelecer os fusos horários no globo terrestre.

Estas fotos foram tiradas no Observaório Real de Londres. Porém, não há só isto para visitar. Há o Museu Marítimo, a casa de Elizabeth, o parque de Greenwich, etc.

De quebra, almocei por ali mesmo, num restaurante italiano próximo a entrada do parque. Comi um delicioso espaguete por £ 4,50.

Na volta, mesmo chovendo, preferi ficar no 2° andar do barco para tirar as fotos. Próximo a Torre de Londres, conversei com uma senhora que estava com as duas netas. Conversando, descobri que ela já esteve no Brasil viajando em um cruzeiro que passou pelo Rio, Salvador e Belém. E disse que adorou Ipanema e o Cristo Redentor. Legal, não?

Teatro: “The Lion King”

A história todos já conhecem. Um dos melhores longas da Disney nos bons tempos dos anos 90 para animação.

Eu ficava imaginando como eles vão retratar o longa num palco do teatro. Usaram de uma forma muito criativa, vocês não tem idéia. Primeiro, escolheram atores negros para os principais papéis. Nada mais correto já que a história se passa na África. Os figurinos dos leões são roupas com estampas africanas além de um “chapéu” que é uma cabeça de leão ou leoa. Muitas mudanças de palco, jogos de luzes e atores com vozes lindas e potentes. O Timão é um boneco manipulado ao contrário do Pumba. Dos figurinos, o que mais impressionou foram os das hienas. Os atores ficavam a maior parte do tempo curvados e tinham postura corporal que faziam com que a parte relativa a cabeça do figurino se movimentasse igual ao desenho.

Eles tiveram ótimas soluções para a corrida dos gnus e para as cenas de abertura e encerramento.

Realmente, uma produção de luxo e que valeu cada pence pago.

Na saída, metrô da Convent Garden lotado porque eles fecham a maior parte das roletas. Como eu já disse, Convent Garden à noite é um burburinho só. Além do mercato, dos restaurantes, há muitos teatros nos arredores da estação do metrô e praticamente, as peças terminam num mesmo horário. E para aumentar a fila das roletas, temos que pegar um elevador para chegar às plataformas ou enfrentar 193 degraus de uma escada em espiral. Até que não assusta muito pois para descer…

Eu não prestei atenção que são duas ou três linhas diferentes que passam na mesma plataforma e peguei o trem errado. Estava morrendo de medo das estações fecharem pois já passava das 23h. Deu tudo certo no final ;-)

2 Responses to “17° Dia – Greenwich”

  1. Thaise 14 de janeiro de 2012 at 16:28 #

    Boa Tarde

    Gostaria de saber qual o nome/local do restaurante italiano que fica próximo ao parque greenwich?

    Muito Obrigada, desde já agradeço

    • Pat Alves 29 de janeiro de 2012 at 6:02 #

      Thaise,
      Eu não lembro do nome do restaurante mas é já no caminho da saída do parque.

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