Meu perfil de viajante

22 agosto 2013

Quando eu leio relatos de viagens, gosto muito de saber do perfil do viajante. Vou contar-lhes qual é o tipo de viagem que eu gosto. Sou eclética. Gosto de belas paisagens. Eu escolho o destino mais por fotos do que pelas atrações em si. Em geral, eu gosto de lugares que misturem praia, História e aventura.  Tenho uma leve inclinação por fazer viagens longas. Eu nunca acampei e não faz parte do meu estilo (se bem que há um tempo atrás estava cogitando em fazer a trilha inca).  Não gosto da noite. Prefiro aproveitar o dia: acordar cedo e conhecer bem os lugares. Nos meus relatos praticamente não há dicas do que fazer a noite. Nem sempre as melhores viagens são aquelas que você conhece lugares paradisíacos ou suntuosos ou os destinos da moda. Aqui vale muito o seu estado de espírito, as pessoas que você conhece ao longo da viagem e  as boas surpresas que são muito bem recebidas, obrigada.

Top 5 – As melhores viagens

Los Roques, Venezuela (2010)

A minha viagem a  Los Roques é a número 1, sem sombra de dúvidas. O lugar é bonito demais, as amizades que fizemos por lá foram ótimas e fizeram com que a viagem fosse inesquecível.  Um momento marcante foi começar a ver as várias tonalidades de azul lá da janela da avioneta. Ali começou a minha paixão pelo Caribe!

Lençóis Maranhenses, Maranhão (2014)

Penso em conhecer os Lençóis Maranhenses desde 2010.  Em 2011, eu planejei uma viagem até lá, logo depois do mochilão para a América do Sul. Voltei de viagem cansadíssima e cancelei a passagem. Planos adiados para 2012. Só que justamente o ano de 2012, foi um período de grande seca no Nordeste. Não houve chuvas o suficiente para encher as lagoas. Adiei a viagem para 2013. Em 2013, não lembro qual foi o motivo mas também não pude ir (provavelmente foi por causa dos bolsos vazios depois de ter voltado de Orlando!).  Quis Deus que fosse esse ano. Depois que eu conheci, eu me pergunto o porquê de ter demorado tanto! Por distração minha, acabei deixando para resolver em cima da hora a hospedagem e fui parar em Atins. Lugarzinho meio de mato que não combina em nada comigo. Estilo bem mais rústico do que Jericoacoara. Ruas de areia fofa, barulhos de bicho, sem iluminação pública… Comecei mal porque ao sair do barco, caí na lama. “Onde fui amarrar meu bode?” _ pensei. Cada vez mais eu aprendo que a primeira impressão não é a que fica. Eu adorei Atins. Encontrei pessoas maravilhosas por lá, senti-me superacolhida. Sem contar que a imensidão de areia branca, de vegetação e de mar só fez coroar a minha passagem por lá. Bendita hora que eu esqueci de fazer a reserva da pousada em Barreirinhas. Quando saí de Atins, deu a maior tristeza. Pessoalmente, foi um desafio andar na areia fofa, debaixo de um sol escaldante e não ter passado mal (!). Todo o sacrifício valeu ainda mais a pena! A viagem foi coroada ao ter uma visão esplêndida no topo da duna íngreme no passeio para Lagoa Bonita: aquilo é a visão dos Lençóis Maranhenses que a gente vê na TV. Inesquecível. Ano que vem volto para fazer a travessia Atins – Santo Amaro e desta vez com um ótimo condicionamento físico.

Mochilão Bolívia, Peru e Chile (2011)

Mochilão Bolívia, Peru e Chile serviu para quebrar o preconceito que eu tinha com relação a Bolívia e para querer saber ainda mais sobre a história dos países hermanos e virar uma defensora das viagens pela América do Sul.

A Bolívia é um país tão pobre mas ao mesmo tempo tão rico em belas paisagens! Eu estive no Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. Adorei estar naquela imensidão de branco. Valeu todo o sacrifício de ficar em alojamentos simples demais para o meu gosto, de sofrer com o soroche e  o sofrimento com o frio de lascar, mesmo estando com o saco térmico.

Ganhei muito em cultura, ao aprender um pouco sobre a civilização inca e estar in loco em Machu Picchu, o lugar mais visitado da América do Sul.  Quis Deus que fosse justamente nos 100 anos da “descoberta” da cidadela pelo inglês Hiram Bigham. Apesar de ter adorado Cusco e Machu Picchu, o que me deixou mais intrigada foi conhecer as ruínas de Pisaq e Ollantaytambo, localizadas no Vale Sagrado dos incas:  como que os incas construíram cidades no alto das montanhas, como fizeram para transportar as pedras, como fizeram tudo tão perfeito? Como?!

O deserto do Atacama tem paisagens singulares, bem diferente do que temos no nosso país. Foi a primeira vez em um deserto. Fui a uma termas (piscinas de águas termais que foi superrelaxante naquele frio terrível). Vi um gêiser de perto. Um, não. Vários! E um vulcão! O imponente Lycancabur. De quebra, assisti um pôr-do-sol memorável no Valle de La Luna.

Santorini, Grécia

Não é à toa que a Grécia está no imaginário das pessoas. Nas pesquisas sobre as ilhas gregas, não sei o porquê mas eu achei que não ia gostar de Santorini. Havia lido que as praias eram feias, o lugar era mais voltado para casais, etc. Eu estava enganada. Eu adorei Santorini! Não sei se é porque foi a ilha grega que vimos mais pessoas, depois de ter saído da desértica Milos (coisas do mês de maio)… Não sei se foi por causa do palitinho de gergelim caramelizado ou se foi aquela água transparente do porto…. Talvez tenha sido o choque ao notar que a rua principal de Oia era de mármore!  Ou ainda as inúmeras casinhas brancas ou se foi assistir a luz do sol se pondo refletindo no penhasco… Eu volto!

Jijoca de Jericoacoara, CE

No ano de 2010 que conheci Natal, fui para Ceará. Foram 18 dias no litoral cearense. Passamos por Canoa Quebrada, Morro Branco, Lagoinha, praticamente todas as praias “obrigatórias”. O melhor da viagem estava por vir:  Jericoacoara. Que grata surpresa!  Eu lembro dos detalhes até hoje: nós fomos de carro até Jijoca. Deixamos o carro no estacionamento em uma pousada e pegamos uma D-20 para Jeri. Antes, o motorista tinha que deixar uns móveis na casa de um morador do Preá. Uma hora saculejando na D-20. Não tínhamos pousada reservada. O motorista deixou a gente na rua Principal. Um choque: ruas de areia fofa! Sem calçamento! O lugar aparentemente era insosso e íamos ficar 3 noites por lá. Imagina a nossa cara de decepção somada com a fome! Além disso, já eram umas 3 ou 4 horas da tarde. Pensamos que o lugar era a maior roubada. Depois de achar uma pousada e fazer o check-in, já era praticamente noitinha. Aí vimos todo o charme de Jeri: a iluminação do local é só nas casas e nos estabelecimentos comerciais. Lindo! Os outros dias, com os dois ótimos passeios de bugue e com uma tarde agradável na Lagoa do Paraíso, fez que jurássemos um dia voltar. As lembranças de Jeri foram o que eu guardei de melhor do Ceará. Gostei tanto que voltei agora no finalzinho de 2013.

Top 5 – Os melhores passeios

  1. Expedição Salar de Uyuni (Bolívia, 2011);
  2. Passear de bugue com emoção pelas dunas de Genipabu (Natal, 2010);
  3. O passeio de balão pelo céu da Capadócia (Turquia, 2012);
  4. visita ao palácio de Neuschwanstein, em Schwangau (Alemanha, 2009).
  5. Visita a Catedral de Sal em Zipaquirá (Colômbia, 2014).

Top 5 – Grandes paisagens

  1. Todas vistas no passeio Expedição Salar de Uyuni, o que eu acho até hoje que foram as mais lindas que vi na vida e me fez ser fã da Bolívia;
  2. Ver o arquipélago de Los Roques da janela da avioneta. Incrível as tonalidades de azul!
  3. A visão do topo da duna íngreme que subimos logo no início do passeio para a Lagoa Bonita. Ali se tem uma ideia do que são os Lençóis Maranhenses. Que vista maravilhosa!
  4. O Vale Sagrado dos incas, principalmente Pisaq e a cidadela de Machu Picchu. Fez me imaginar comos os incas fizeram aquilo.
  5. A paisagem lunar da Capadócia, Turquia.

Top 5 – Experiências incríveis

  1. Interação com as belugas no Seaworld (Orlando, 2013).
  2. Subir ao topo de Huayna Picchu, a montanha que vemos ao fundo nos cartões postais de Machu Picchu (Peru, 2011).
  3. Viajar de balão pela primeira vez e no ceú da Capadócia (Turquia, 2012)
  4. Mergulho batismo em Maragogi. Meu primeiro mergulho. (Alagoas, 2008)
  5. Passeio de bugue pelas dunas de Huacachina. Com emoção! (Peru, 2014)

Top 5 – Micos e perrengues

Meu passaporte sumiu! E agora?!

Este ano de 2014 fez eu passar pelo maior sufoco em viagens. Eu havia chegado em Miami, pego uma fila enorme na Imigração. Um policial insuportavelmente cismado com a minha passagem alterada vinda do México e pronto! Perdi minha conexão para Orlando.  Eis que fui ao balcão da American Airlines para remarcar a passagem. Novamente tive que passar por um raio X. Dali fui andar pelo aeroporto, lanchar, parar num canto e recarregar meu Ipad, etc. Eis que uma hora eu resolvi rever minha passagem e meu passaporte. Cadê o bicho? Revira daqui, revira de lá e nada! Fiquei muito nervosa. Tanto lugar para perder passaporte e eu ia perder justamente nos EUA! Refiz todos os meus caminhos, voltei ao raio X e o tempo passava e meus nervos já estavam a flor da pele. Eis que um funcionário me deu a ideia de ligar para os Achados e Perdidos. Liguei e quem me atendeu foi uma brasileira! Ela disse o que eu teria que fazer e que eu não deveria me preocupar porque eu ia achar me passaporte.  Eu não preciso nem dizer que eu me lamentei por horas ali (duas horas), porque eu cometi um erro amadoresco (eu que falo para todo mundo ter cuidado com o passaporte!). Já estava me imaginando saindo do aeroporto, pegando um táxi para o Consulado em Miami e tal… Quando resolvi pegar o trem (até esqueci o nome do transporte dentro do aeroporto) e fui até o balcão da AA onde pegaria o voo para Orlando. Falei com a atendente sobre o passaporte e eis que ela me mostra o meu passaporte e as minhas passagens! E sorriu dizendo: “Welcome to America!”. Gente, que emoção! Fiquei com os olhos mareados. Depois disso NUNCA mais larguei meu passaporte.  Agradeci muito a Deus e não quero que ninguém passe o sufoco que eu passei. Ufa!

A perdedora de papel

Eu tenho sério problema em perder papéis. Na viagem de ônibus de Natal a Pipa, eu guardei o bilhete do ônibus em algum lugar da mochila. Mal sabia que quando chegássemos a Pipa, o motorista ia cobrar as passagens. Eu nunca tinha ouvido falar nisso! Foi um tal de procurar em tudo quanto é bolso, mas eu achei. Na Grécia, eu perdi o bilhete do teleférico do Monte Lycabettus. Graças ao jogo de cintura de uma amiga, consegui ser liberada mas não sem antes ouvir o “blá-blá-blá” do segurança. Aliás, só fui liberada de não pagar novamente porque eles tinham gravado a minha entrada no local.

A esquecida de Londres

Em Londres, eu dividi o quarto com alguns rapazes. Um deles era um americano supersimpático.  Ficamos conversando por um bom tempo no primeiro dia. Eis que no dia seguinte eu o encontro no Brittish Museum e eu não o reconheci! Gente, eu sou muito tapada! O pior é que eu o ignorei (achei que era um psicopata, logo após ele ter me cumprimentado com um sorriso) e depois fiquei com aquela sensação estranha que eu conhecia a pessoa. Quando eu cheguei no hostel, olhei para ele e me dei conta do mico que eu paguei: pedi um milhão de desculpas para ele.

Museu da BMW

Eu estava no museu da BMW e apertei um botão vermelho achando que ia liberar a roleta para eu sair do museu. Só que não era um botão normal, era o botão de saída de emergência. Apertei, liberou a roleta, saí e dois minutos depois, soou alarme sonoro, luzes piscando… Céus!

“Pode ser sorte, pode ser azar…”

Esta frase é uma frase muito falada por mim e por uma amiga quando nos lamentamos por algo bobo e algum tempo depois a vida mostra que não era azar nosso, era sorte! A minha viagem a Los Roques começou mal. Eu perdi o voo para Los Roques. Eu saí tarde de casa, esquecendo completamente que apesar de ser a Venezuela (tão pertinho!), o voo era internacional. Peguei engarrafamento mas consegui chegar a tempo. Só que no check-in, a atendente não localizou minha passagem! Quando se compra a passagem pela TAM, você recebe um e-mail dizendo que você receberá um próximo e-mail confirmando o pagamento. Este segundo e-mail, minha amiga não recebeu (ela comprou a passagem). Eu não me liguei nisso também. Eu podeira comprar a passagem no balcão mas a fila estava enorme. Não teve jeito. O check-in foi encerrado e eu voltei pra casa toda chorosa e morrendo de raiva de minha burrice.  Pode ser sorte, pode ser azar!” Cheguei em casa e comprei a passagem pela internet. Paguei mais barato. Já depois de alguns dias em Los Roques, resolvo ter contato com a civilização indo a uma lan house. Recebo um e-mail de uma das vizinhas dizendo que a vizinha da casa geminada a minha ao montar o armário do quarto furou um cano que está na parede em comum com a minha casa e a probabilidade de ter molhado a minha casa era grande  já que a água chegou até a outra casa que também é geminada a minha. Pronto, só fiquei imaginando o meu amado sofá encharcado e o chão de madeira estragado. Fiquei imaginando o prejuízo que teria. Pedi para minha irmã ir para lá ver o estado da minha casa em face a gravidade da situação.  Gente, parece mentira mas não caiu uma gota de água lá em casa!  Ufa, sou uma pessoa de sorte 😉

O tarado do metrô

Em Paris, eu e minhas amigas estávamos andando por um destes longos corredores do metrô quando escutamos um rapaz que provavelmente devia estar falando impropérios em francês incentivado por um homem. Vocês acreditam que ele passou a mão em mim?! Automaticamente, a mão já estava voando para cima dele quando me dei conta que ele tinha problemas mentais. Que raiva! Vocês acreditam que ele baixou as calças e ficou fazendo gestos obscenos?! Em plena estação de metrô de Paris. Nós tivemos que mudar de plataforma e esperar os gaiatos irem embora.

A furiosa de Lima

Eram só cinco micos e perrengues mas eu tenho que escrever sobre mais um. Chegamos no terminal da Cruz del Sur em Lima. Há uma tabela de corrida de táxis para Miraflores. Perguntamos o preço para o motorista dentro do carro e ele queria cobrar uma corrida para cada uma. Gente, meu sangue subiu! Foi uma discussão no portunhol. Se tem algo que me tira do sério é alguém querer passar a perna em mim na cara dura.  Foi uma discussão danada e ele voltou atrás.  Mas no final da corrida, quis mais uns trocados. A minha vontade era de dar na cara dele mas ao olhar a minha amiga com cara de “deixa disso”. Dei os trocados para ele mas muito indignada. Você combina um preço com o taxista e se ele quiser te passar a perna, já sai logo do carro. Esse foi o nosso erro. Se tivéssemos saído do carro, ali mesmo no terminal, o cara estaria queimado perante os colegas dele.

Top 5 – Decepções

Veneza, Itália

Não gostei mesmo: achei uma cidade feia e muito mal conservada pelo seu altíssimo custo. Para completar, dei azar da praça San Marco estar em reformas.

O quadro Mona Lisa, de Leonardo da Vinci

Que os cultos me perdoem! Eu lembro bem que a primeira coisa que eu fiz logo após check-in no hostel em Paris foi pegar o trem e ir para o Louvre. Eu não queria ver mais nada a não ser a La Gioconda (como é conhecida a Mona Lisa no Exterior). Foi com grande expectativa que eu entro naquele salão com quadros enormes e vejo uma multidão em volta de um quadro. Era ela! Depois de disputar a tapas para conseguir um lugarzinho para ver o quadro e dou de cara com aquele quadro bem pequeno. Confesso que foi decepcionante.

A estátua do Manekeen Pis, Bélgica

Eu lembro de algo sobre o Botafogo: quando o time ganhava (principalmente naquela época de seca de títulos), os torcedores vestiam  a estátua do Manequinho que fica na sede da General Severiano (falei certo?). Depois fui saber que era inspirada na original belga. Bom…  Já acho estranho ter como maior atração a estátua de um bonequinho mijão. Decepção foi que ela é diminuta e se não fosse pelas pessoas paradas em frente, passaria despercebida.

Capela Sistina, Vaticano

Olha aí, os cultos que me perdoem novamente. Sei de todo o esforço hérculeo que Michelangelo fez para pintar o teto da Capela Sistina mas eu achei o desenho (ok, sei que é afresco!) pequeno demais. Acho que criei muita expectativa!

Guindastes na Acrópole

Estar em plena Acrópole, em Atenas e dar de cara com os guindastes que estão utilizando no processo de restauração do lugar, quebrando o encanto. Sei que toda a restauração é sempre bem-vinda porém foi frustante vir de tão longe  e dar de cara com os guindastes. Um motivo para voltar.

Os burrinhos de Santorini

Sei que são só 5 mas eu não posso deixar de escrever que aquele passeio dos enamorados em cima dos burricos em Santorini não tem nada romântico. Aquela travessia fede a cocô de burro! Pense bem se você almeja ter isso como surpresa para a amada.

Top 5 – Surpresas

  1. Pisar em Paris pela primeira vez.
  2. Chegar em Selçuk, Turquia onde há a Casa da Virgem Maria e perceber que havia um padre e um grupo de brasileiros cantando e celebrando uma missa (acho eu,  pois não sou católica). Bem emocionante;
  3. Caribe: o que é aquela tonalidade de azul?
  4. Ser abordada na Turquia para tirar foto com o pessoal de lá (eu é que virei atração turística!).
  5. Gramado pela primeira vez. Fiquei me perguntando se eu realmente estava no Brasil. Pisar na faixa de pedestres e perceber que os condutores de Gramado param!

Top 5 – Comes e bebes

  1. O alfajor e os pratos com bife de chorizo (Argentina);
  2. Meatballs, o souvlaki, o gyros e o queijo fetta (Grécia);
  3. A limonada com coco (Colômbia);
  4. Os risotos do restaurante Del Fillipi em Garibaldi;
  5. As várias linguiças e hambúrgueres alemães.