Beto Carrero em dois dias

28 fevereiro 2014

O parque é grande com atrações que agradam crianças, adolescentes e adultos. Eu fiquei muito surpresa (positivamente) com o grau de organização, arrumação e nível dos brinquedos. Reservei dois dias para o Beto Carrero seguindo o conselho dos amigos. Saíamos do hotel por volta das 08:30 e chegávamos um pouco depois da abertura do parque. Fomos na sexta e no sábado. Sábado, o parque estava bem mais cheio. Segundo o rapaz com quem fechamos o transfer, é nos finais de semanas que há excursões dos moradores das cidades vizinhas. A minha ideia foi aproveitar os brinquedos na sexta. No sábado, os shows e os brinquedos restantes. Então, se puder, evite os finais de semana.

Quando você chega, o próprio pessoal do parque se oferece para tirar uma foto da família em frente a entrada. Ao entrar, pegue o mapa e vá riscando as atrações que já visitaram. Se uma das pessoas do grupo for aniversariante, não pagará o ingresso. Há guichês separados só para atender os aniversariantes.

Preços dos ingressos e horário de funcionamento

Quem compra ingressos antecipadamente pela internet tem desconto. Veja em: http://www.betocarrero.com.br/loja/ Neste mesmo link, você pode saber os dias que o parque está funcionando.

Mapa com as atrações

O mapa está disponível neste link: http://www.betocarrero.com.br/arquivos/mapa.jpg

As atrações

Antes de falar das atrações, para quem nunca foi em parques a não ser os de bairros, acho interessante falar de algumas restrições:

  • Emoções fortes: há brinquedos que são proibidos para grávidas, cardíacos e pessoas com problemas relacionados à emoções fortes. Isto está identificado nos brinquedos e também no mapa do parque.
  • Restrição de altura: Mesmo que seu filho faça o tipo destemido, nem todas as atrações são para ele. Há restrições de altura. Na entrada do brinquedo, há uma régua colorida, a parte verde indica que a criança está liberada para brincar.
  • Sozinho nunca: ainda há atrações que a criança só entra se estiver acompanhada de um responsável como o “Tchibum!”.

Beto Carrero

 

Para crianças menores

Há uma parte lúdica do parque chamada “Triplikland” (letra B do mapa) com Roda gigante, a Xícara Maluca (xícaras que giram), o elefante voador, passeio de pedalinho, carrossel, autopista etc. A minha sobrinha adorou esta parte. Outro brinquedo legal é o Raskapuska que é onde a família entra num barquinho e o barquinho passa por um rio e tem várias coisas para ver dentro da montanha. No final, tem uma descidinha pequena e rápida. Neste momento, eles tiram uma foto sua e tentam te vender no final. Acho que a foto impressa custa R$ 20.

  • Montanha russa light para crianças: a minha sobrinha chamou de minhocão mas o nome oficial é Montanha russa Dum Dum, perto do teatro Acqua.
  • Tchibum: brinquedo que molha muito! Ótimo para dias de calor mas leve roupa adicional.
  • Zoológico: muito grande esta área. Tem animais exóticos como o suricato, aquele que era o Timão no desenho do rei Leão.

Triplikland. Da esquerda para direita: Rakaspuska, Acqua Boat, Praça de alimentação com carrossel duplo, roda gigante e autopista.

Para adolescentes e adultos que gostam de brinquedos radicais

Para estes, a melhor parte é a “Aventura Radical”, letra G do mapa. Há duas montanhas russas. A pior é a Fire Whip, que é a montanha russa invertida. Eu gosto de montanha russa mas não tive coragem de ir ::putz:: Para os medrosos, tem um mirante para observar o percurso do trem na montanha russa. Os outros brinquedos que dão arrepios só de olhar é a Big Tower e a Torre do Terror, que resumidos a grosso modo, são torres onde despencamos lá do alto.

Aventura Radical. Da esquerda para direita: ponto para fotos próximo a Torre do Terror, a montanha russa invertida Firewhip e o Tchibum, que apesar de estar na área da Aventura Radical, é tranquilo para crianças menores ir desde que acompanhadas de um responsável.

Shows

Assistimos a todos. Excalibur, Madagascar, Blum, Velozes e Furiosos e o Sonho do Caubói. Procure chegar sempre meia hora antes do horário previsto para o espetáculo até para pegar um bom lugar.

  •  Excalibur: um show que simula uma batalha medieval. O passeio é pago à parte (R$ 45 adulto sem bebidas). Você compra na entrada do parque. O ingresso dá direito ao show e ao almoço. As bebidas você compra já na atração.

  • Madagascar: parte nova que foi inaugurada no sábado. Tivemos sorte pois assistimos o show de estréia. Teatro lotado! Aqui tem o leão, a hipopótamo, o rei Julien e os pinguins. Show com dança, historinha dos personagens mas o melhor mesmo são os ciclistas que fazem manobras mirabolantes ao fundo do show.
  •  Blum: show de circo nos moldes do Cirque du Soleil. Proibido fotografar.
  • Velozes e Furiosos: tenho certeza que você vai adorar este show. Incrível o que esses caras fazem! Nota dez!
  • Sonho do Caubói: show que encerra as atividades do parque. Dura uma hora. É um musical que conta uma aventura do Beto Carrero no Velho Oeste, tentando ajudar uma cidade a se livrar de um bandido malvado. Muito legal, foi o show que mais gostamos. O show é no Memorial Beto Carrero.

Show Madagascar e show Velozes e Furiosos.

Inauguração da área Madagascar

Tivemos a sorte de estarmos presentes na inauguração da área Madagascar. A área tem várias lanchonetes, um espaço próprio para tirar fotos com os personagens, um teatro onde o show é realizado e o brinquedo mais disputado do dia: Crazy River, que é um bote que cabe 5 pessoas que navega sobre o “rio” do parque.  Ficamos mais de uma hora na fila. O passeio de bote é bem rápido e agradável. Não molha tanto quanto o Tchibum, o que deixou muita gente decepcionada. Convém dizer que eu fui a exceção e molhei minha bermuda toda. O pessoal que estava no bote comigo saiu sequinho, sequinho.

Madagascar: Crazy River, Lanchonete e o espaço para foto com os personagens

Outras atrações

A Vila Germânica é muito bem construída. Nesta área está a Tiger Mountain, que é uma montanha russa mais leve. Se você nunca andou de montanha russa, aconselho a ir nessa. Se continuar com medo ou sentir enjoo, então nem tente as outras, que são bem mais radicais. A criança do grupo gostou do cinema 4D (eu não assisti) e sentiu enjoo no Barco Pirata. O memorial Beto Carrero, onde é realizado o Show do Caubói, tem fotos, roupas e conta um pouco da história do idealizador do parque. Muito interessante.

Cuidado com crianças pequenas

Show da Monga

A minha sobrinha de 9 anos insistiu para ver o show da Monga. Eu contei o que era mas ela insistiu muito. Quando um grupo entra, a luz é apagada, fica um breu total. A criançada imediatamente começa a chorar. Depois começam os barulhos. É muito engraçado porque até os marmanjos ficam com medo. Eu me diverti à beça com a choradeira.  Para as crianças que estavam próximas, eu falava para elas fecharem os olhos. Não teve jeito, quando acabou a atração, minha sobrinha teve uma crise de choro com o barulho, o escuro e a gritaria das outras crianças. Não recomendo que os pais levem crianças pequenas para assistir a monga, não tem como sair!

Monga

Fotos com os personagens
Em horários marcados você pode tirar foto com os personagens. Shrek, O Kung Fu Panda e os personagens do Madagascar (menos a Zebra e a Girafa). Os horários estão no guia.

Preços de bebidas no parque

Água 500mL = R$ 4. Não há bebedouros espalhados pelo parque.
Refri 300mL = R$ 5
Suco 400mL = R$ 6

Alimentação

Preço de alimentação em shoppings do Rio. A praça de alimentação fica no Chapéu Gigante. Para distrair as crianças, há um carrossel de dois andares no meio da praça. Nós não almoçamos nos restaurantes da praça pois no primeiro dia fomos no Excalibur que já inclui o almoço e no segundo dia, pegamos uma fila imensa no Madagascar para ir no Crazy River e aí resolvemos ficar no lanchinho.

Acessibilidade

O parque é bastante acessível para cadeirantes. A única atração que toda a família quis ir e não havia rampas foi Excalibur. Então, tivemos que pedir ajuda. Em todos os shows, o cadeirante é prioridade na fila e lugar específico para ficar, junto com o acompanhante se for o caso. ::cool:: Para aqueles que tem mobilidade reduzida mas conseguem “pilotar”, o parque oferece aluguel de scooters.

Informações adicionais

Há caixa eletrônico do Banco do Brasil e da Caixa, banco Bradesco, guarda-volumes e fraldário.

Impressões finais sobre o Beto Carrero

O maior parque da América Latina me surpreendeu: achei o parque ótimo! Realmente um passeio família.

O que mais gostamos (não necessariamente nesta ordem):

  • O passeio de trem: Emocionante! Faça este passeio e sente no lado esquerdo. Tem bastante coisa do lado direito mas a casa do Beto Carrero e a surpresa acontece para quem está do lado esquerdo.
  • Show Sonho do Caubói (todos)
  • Passeio de teleférico.
  • Show Madagascar (sobrinhas).

Dinomagic. O momento família foi no agradável passeio de trem que revela algumas surpresas como a casa do Beto Carrero.

O que eu menos gostei:
Excalibur. Principalmente pela relação custo/benefício. Não gostei da comida. O que mais me irritou foi que o meu pai, sendo prioridade, foi o primeiro a entrar e o último a ser servido, uma falha imperdoável do garçom que atendeu aquela fileira. Só fomos almoçar quando o show começou.

O parque poderia adotar boas medidas que são utilizadas na Disney principalmente em alta temporada como as filas “Child Swap”, que é o revezamento que os pais fazem para poderem brincar e a “Single Rider”, que é uma fila só para quem não faz questão de ir sozinho nos brinquedos. Principalmente, a single rider é uma medida que ajudaria e muito a fila andar rápido. Assim como tem o bottom para o aniversariante, poderia ter o bottom para quem vem pela primeira vez. As crianças iriam adorar.

Planejando a viagem para o Beto Carrero

Onde ficar

O Beto Carrero World fica na cidade de Penha e para quem quer aproveitar única e exclusivamente o parque, aconselho a ficar por lá. Conversando com amigos que foram este ano, eles frisaram bem que a cidade de Penha não tem muita coisa a se fazer.  Há algumas pousadas bem próximas ao parque.

Eu me hospedei em Balneário Camboriú por ser uma cidade acessível a cadeirantes e porque há mais atrações na cidade que poderia agradar toda a família toda (9 a 70 anos). Para quem tem mais dias disponíveis na viagem, eu sugiro ficar nas cidades próximas.

Como chegar

O aeroporto mais próximo é o de Navegantes (NVT) – e não o de Florianópolis (FLN) como muita gente pensa.  Para quem vem do Rio, saiba que a GOL oferece um voo direto do Galeão para Navegantes que sai às 07:12 e a volta, também voo direto para o Rio sai às 19:42. Um bom modo de prolongar a viagem em final de semana. Fique sempre de olho nas promoções de passagens aéreas. A viagem dura 1 hora e meia.

mapa-penha

Créditos: Acertou na mosca

Quanto tempo ficar

Para adultos e adolescentes, dá para fazer o parque sim em um dia, desde que não haja longas filas. O melhor mesmo é reservar dois dias para conhecer tudo com mais calma. Ainda mais com crianças, que adoram ir em brinquedos mais de uma vez. Com dois dias, ainda fica mais tranquilo assistir a todos os shows que tem horários determinados.  Nós no primeiro dia, fomos aos brinquedos e assistimos ao show Sonho do Caubói. No segundo dia, os outros shows e brinquedos que faltavam.

A viagem para conhecer o parque cabe direitinho em um final de semana. Como eu já disse, agrada a família inteira.  O parque é bem conservado e muito limpo. O tratamento dos funcionários é ótimo.  Tudo muito profissional! Tenho certeza que vão gostar, principalmente as crianças.

 

 

 

 


Guia rápido para marinheiros de primeira viagem: Miami e Orlando

3 junho 2013

Graças a uma promoção de passagens aéreas para os EUA em março, consegui passagem Rio-Miami a incríveis R$ 1.000,00 já com as taxas (Obrigada, Melhores Destinos!). Como ia ficar por 11 dias, resolvi focar em Orlando.  Há muita informação sobre os destinos na internet. Não pretendo fazer um guia mas sim deixar algumas dicas que considero úteis para os marinheiros de primeira viagem, principalmente para aqueles que não sabem nadica da nada do destino.

Documentação necessária

Acho que  todo mundo sabe o que precisa para ir aos Estados Unidos: passaporte e visto. Não deixe para em cima da hora!  A primeira coisa a se providenciar é ter passaporte e visto. Aproveitem que o visto é válido por 10 anos. Se pretende ir a curto e médio prazo, não fica enrolando achando que o governo americano vai tirar a necessidade de visto para brasileiros.  Pode acontecer? Pode mas é melhor não contar com isso, né?

Passaporte: http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/passaporte
Visto: http://usvisa-info.com/pt-BR/selfservice/ss_country_welcome (site oficial)
Como tirar o visto: http://www.melhoresdestinos.com.br/visto-estados-unidos-3.html

É essencial falar inglês?

Essencial não é mas existem algumas atrações que só entendem quem fala inglês. Para as compras, também não é essencial porque a maioria dos vendedores fala espanhol e como eu já li um dia desses, a linguagem entre o comprador e o vendedor é universal. Saber o básico de espanhol já ajuda, né?  Na imigração, alguns policiais são bilíngues.  Eu tentei usar o meu inglês sempre que eu pude mas aqui vi que o buraco é mais embaixo. Bem diferente você ouvir o inglês no país que tem o inglês como língua nativa. O inglês dos turcos, dos gregos, dos italianos enfim de outros povos, eu consegui entender bem mais que o inglês dos americanos.  Teve uma hora que eu não entendi a pergunta do policial e então ele perguntou se eu falava em espanhol. Aí, pronto! A coisa fluiu. Agora para os perrengues, é bom ter noção de inglês ou ter alguém que saiba falar como companhia. Eu ainda vou contar com mais calma, mas eu deixei a luz da lanterna ligada do carro e no dia seguinte o carro não pegou de jeito nenhum. Tive que acionar o seguro e aí quem me ajudou a desenrolar com a locadora foi o recepcionista do hotel. Já pensou se isso acontece na rua?

Outros exemplos: entender as instruções de algumas atrações como o Sea Venture no Discovery Cove e a interação com as Belugas no Seaworld. Na primeira, tive a sorte de ter um casal de brasileiros no meu grupo. No segunda, entendi alguma coisa mas não consegui captar tudo que a bióloga marinha falou sobre o hábito das belugas. Uma pena!  Fiz a interação. Adorei mas acho que seria muito mais rica a experiência se eu soubesse mais sobre o hábito deste mamífero.

Um conselho: Se você não sabe lhufas de inglês, acho mais tranquilo viajar de pacote pois terá alguém para te dar apoio. Não precisa ser aquele em que todo mundo veste a mesma camisa e andam iguais aos pinguins do filme Madagascar.  Há pacotes que você faz o seu roteiro independente, não precisa ficar grudado com os outros. Eu saí dos EUA muito indignada com o meu nível de inglês e disposta a aprender esta língua de vez.  Não adianta fugir: a vida não é uma novela da Glória Perez.

Sobre Miami e Orlando: um mundo de possibilidades

Quando se fala em Miami, muita gente faz associação imediata às muambas compras. Já em Orlando, a associação é com a Disney. As cidades tem mais a oferecer. Com relação às compras, a 1 hora de Miami está o maior outlet da Florida, o Sawgrass. De fato, ele é imenso e tem a vantagem de ter todas as lojas que interessam estarem concentradas em um único local.  Miami tem praia e atrações interessantes como o Seaquarium, museus e passeio de barco pelo pântano para observar os jacarés.  A cidade tem um porto que é ponto de partida de cruzeiros para o Caribe, que não são tão caros quanto imaginamos. Por falar em Caribe, Miami está  a pouca horas de voo de destinos como Cancún, Aruba e Punta Cana.

O foco em Orlando são os parques de entretenimento. Muita gente não sabe mas Orlando não é só Disney. Há parques de outras empresas como os da Universal e os da Seaworld.  Os parques de Orlando oferecem atrações que agradam a todo o tipo de público: crianças, adolescentes e adultos.

Cá entre nós…
No meu tempo, ir para a Disney era um sonho muito distante, tipo coisa só para os ricos.  As jovens de classe média podiam até sonhar em ganhar esta viagem quando completassem 15 anos, o que para os pais acabava sainda mais barato do que bancar uma festa.  Eu tenho alguns amigos que pensam em fazer isso.

O que eu digo (apenas a minha opinião pessoal e não verdade absoluta) é que depois que eu conheci os parques, eu acho que vale muito a pena levar os filhos ainda crianças. Ir com criança que acredita deve fazer toda a diferença.  Além dos parques, poder renovar o guarda-roupa pagando por produtos de qualidade por preços bem mais baixos que os encontrados no Brasil.  Para os adultos, comprar é tão bom quanto ir aos parques. Tem gente que leva só a mala com uma muda de roupa. Eu fui uma destas pessoas.

Onde pesquisar

Eu gosto de pesquisar mas sobre Miami e Orlando, confesso ter tido muita preguiça. São muitos detalhes! Tem que ter paciência para ler dezenas de relatos de viagem, revistas, guias, etc . Toda vez que ficar com preguiça, lembre-se que com informação correta, você conseguirá ver o seu dinheiro render e aí sobrar para as compras. Eis a lista de sites interessantes:

Fóruns
Viajando para Orlando http://www.viajandoparaorlando.com/
Se eu não estiver enganada, é o maior site brasileiro dedicado a Orlando. Muitos usuários participativos. Só tem um único porém: como é um site patrocinado, os usuários são inibidos de deixar dicas de empresas que oferecem boas oportunidades como por exemplo, venda de ingressos mais baratos e aluguéis de carro.  Não precisa ter login para ler as mensagens.

Falando de Viagem http://www.falandodeviagem.com.br/
Acho que a maior vantagem do FDV é a sua objetividade. Graças as dicas do site, consegui um hotel ótimo em Orlando por um preço mais em conta. Não precisa ter login para ler as mensagens.

Blogs de Viagem
A lista é enorme. Muitos blogs de famílias que viajam com frequência à Disney e de guias de excursão.

Dicas da Fer:  http://dicasdafer.com.br/tag/disney/
Andreza Indica Disney:  http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/
A aventuras de Ellerim Viajante:  http://ellerimviajante.com.br/
Viajando com Pimpollhos:  http://viajandocompimpolhos.wordpress.com/2012/03/21/20-dicas-para-sobreviver-a-maratona-disney-em-orlando/
Família Recomenda:   http://familiarecomenda.blogspot.com.br/

Mas o mais didático na minha opinião é o blog do Alessandro, o Wazari. Aprendi muita coisa ali, sobre os parques, tipos de ingressos, onde ficar e agradeço-o enormemente por um post que me deu a vontade de repetir a experiência que ele teve e que foi a minha melhor lembrança de Orlando: a interação com belugas no Seaworld.

O pessoal aí da lista é universitário. Eu tentarei explicar coisas que mesmo lendo estes e outras dezenas de blos por aí, comi mosca e espero que ajudem a vocês de alguma forma.


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